Exercendo o direito literário, de me fazer fazendo (ainda que pouco), portanto, quaisquer opiniões, críticas, sugestões e quiçá elogios serão bem vindos, mas não quer dizer que mudarei algo.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Preciso de alguém para me mandar à merda!


Ela é doce. Continua a mesma: quieta, doce e amável. Daquele tipo que se preocupa com o que vai parecer, mas sem dar a mínima para o que os outros vão pensar. Meu clichê preferido era o corte de cabelo.
Clichês: mãos dadas, olhares demorados, abraços apertados, implicâncias. Era tudo tão bonito que chegava a ser nojento. Era nojento. Não que ainda signifique alguma coisa. Também não sei como ela conseguiu, posto que com tantas obviedades se tornou a mais urgente das coisas que eu quero esquecer.

2 comentários:

  1. "a mais urgente das coisas que eu quero esquecer."
    não seria porque é a lembrança mais marcante da tua memória, lembrança essa que não quer ser esquecida?

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  2. ah!
    já que ninguém se candidatou...
    Felipe, vá à merda!
    xD

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