Exercendo o direito literário, de me fazer fazendo (ainda que pouco), portanto, quaisquer opiniões, críticas, sugestões e quiçá elogios serão bem vindos, mas não quer dizer que mudarei algo.

domingo, 21 de março de 2010

E lá fora, como não se pode descrever..

Todo moderno, de terno novo, é subalterno a um amor que julgou eterno...
Esse que te espera na hora certa, não desperta, nem completa. Completa o que tem de completar, e entrega a quem tem que entregar os teus velhos olhos lindos.
Até inventa palavras pra falar de amor, algumas só me falam da dor e materializam a matéria que nada dá.
"Cintilante ela sorria naquele instante e eu em mim sentia irritante, confabulas de desejos que coçavam o céu da parte entranha das estranhas vontades."


Com toda a paciência abaixei ao seu rubor, 
escolhi o seu amor e elegi o meu temor. 
Esperei, calculei, cantei e fiz agrado. 
Descobri, decidi, interpretei e chorei um fado. 

Mais uma vez só fica a história deste, com aquele, esse e todos os outros sentimentos que só se sente quando mente e desmente o coração contente.

Um comentário:

  1. Esse estardalhaço interno.
    É tudo culpa do pós-moderno,
    com seu novo terno.
    E do amor que não foi eterno!


    >>Há, meu comentário virou um poema!

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