Todo moderno, de terno novo, é subalterno a um amor que julgou eterno...
Esse que te espera na hora certa, não desperta, nem completa. Completa o que tem de completar, e entrega a quem tem que entregar os teus velhos olhos lindos.
Até inventa palavras pra falar de amor, algumas só me falam da dor e materializam a matéria que nada dá.
Esse que te espera na hora certa, não desperta, nem completa. Completa o que tem de completar, e entrega a quem tem que entregar os teus velhos olhos lindos.
Até inventa palavras pra falar de amor, algumas só me falam da dor e materializam a matéria que nada dá.
"Cintilante ela sorria naquele instante e eu em mim sentia irritante, confabulas de desejos que coçavam o céu da parte entranha das estranhas vontades."
Com toda a paciência abaixei ao seu rubor,
escolhi o seu amor e elegi o meu temor.
Esperei, calculei, cantei e fiz agrado.
Descobri, decidi, interpretei e chorei um fado.
Mais uma vez só fica a história deste, com aquele, esse e todos os outros sentimentos que só se sente quando mente e desmente o coração contente.
Esse estardalhaço interno.
ResponderExcluirÉ tudo culpa do pós-moderno,
com seu novo terno.
E do amor que não foi eterno!
>>Há, meu comentário virou um poema!